Full face
O rosto inteiro considerado antes de qualquer gesto. Tratar o conjunto é o que permite fazer menos.
Full face é a abordagem de harmonização orofacial que considera os três terços da face — superior, médio e inferior — dentro de um mesmo plano, em vez de tratar uma região isolada. Na Paula Almeida Clinic, no Méier, o plano é desenhado pela Dra. Paula Almeida, especialista em Harmonização Orofacial registrada no CRO-RJ 49390.

O que significa tratar o rosto inteiro
O rosto não funciona por partes. Um terço médio que perdeu sustentação muda a forma como o sulco aparece; um terço inferior sem definição de contorno muda a leitura do pescoço e da mandíbula. Corrigir uma dessas regiões sem olhar as outras costuma resolver a queixa e criar um desequilíbrio novo.
Full face é a decisão de fazer o estudo antes: avaliar proporção, sustentação e expressão nos três terços, entender qual região está de fato originando o que incomoda, e só então escolher onde intervir.
É comum que a origem do incômodo não esteja onde a paciente aponta. Quem chega pedindo preenchimento no sulco muitas vezes precisa de sustentação na maçã do rosto; quem pede volume nos lábios às vezes precisa de definição no contorno do queixo.
Por que full face não é fazer tudo
O termo sugere volume e é aí que ele é mal compreendido. Considerar o rosto inteiro não significa aplicar em todo lugar — significa ter informação suficiente para aplicar em menos lugares.
Na prática, muitos planos full face terminam com dois ou três pontos de intervenção. A diferença não está na quantidade de procedimentos, e sim em ter escolhido esses pontos a partir do conjunto em vez de a partir de uma queixa isolada.
É exatamente por isso que a abordagem reduz o risco de resultado artificial em vez de aumentá-lo: o excesso costuma vir de correções sucessivas e desconexas, cada uma compensando a anterior.
Como o plano é construído
A avaliação começa pela queixa, mas não termina nela. Fazemos o estudo dos três terços, conversamos sobre o que você quer preservar e levantamos o histórico de saúde e de procedimentos anteriores — inclusive o que já foi aplicado em outro lugar, que muda o que é possível fazer agora.
Você recebe o plano por escrito, com as técnicas indicadas, a ordem sugerida e o valor fechado. A execução é em etapas, com reavaliação entre elas, e não há aplicação no mesmo dia da primeira avaliação.
O plano também registra o que foi descartado e por quê. É uma informação tão útil quanto a lista do que será feito.
Riscos e contraindicações
Os riscos são os das técnicas que compõem o plano, não da abordagem em si. Inchaço, vermelhidão e hematoma no local da aplicação são comuns e passageiros. Assimetria temporária pode ocorrer e é ajustada na reavaliação.
Complicações graves são raras e associadas principalmente ao preenchimento, com destaque para a obstrução vascular, que exige reconhecimento e manejo imediatos.
Contraindicações gerais: gestação e amamentação, infecção ativa na área a ser tratada, doenças autoimunes em atividade, distúrbios de coagulação e alergia conhecida aos materiais. Doenças neuromusculares contraindicam a toxina botulínica.
Este texto é informativo e não estabelece indicação para o seu caso.
- Duração
- Avaliação de 1h; execução em etapas
- Recuperação
- Varia conforme as técnicas do plano, com orientações específicas para cada etapa
Conteúdo sob responsabilidade técnica de Dra. Paula Almeida, CRO-RJ 49390. Atualizado em . Este texto é informativo e não substitui a avaliação presencial.
Dúvidas comuns
O que é full face?
Full face é a abordagem que trata os três terços do rosto — superior, médio e inferior — dentro de um mesmo plano, em vez de corrigir uma região isolada. Não é um procedimento específico nem uma lista fixa de técnicas: é a decisão de olhar o rosto inteiro antes de escolher onde intervir.
Full face é fazer tudo de uma vez?
Não. Olhar o rosto inteiro não significa aplicar em todo lugar. Em muitos planos full face, a maior parte do rosto não recebe nada: o estudo mostra que dois ou três pontos resolvem o que a paciente veio buscar. Tratar o conjunto é justamente o que permite fazer menos.
Preciso fazer tudo na mesma sessão?
Não, e em geral não é o indicado. O plano costuma ser executado em etapas, com reavaliação entre elas. Isso permite ver como cada gesto se acomodou antes do próximo e reduz a chance de acumular volume sem perceber.
Qual a diferença entre full face e harmonização facial?
Harmonização facial é o nome da área. Full face descreve a amplitude do plano: em vez de tratar uma queixa pontual, considera os três terços da face e a relação entre eles. Todo plano full face é harmonização facial; nem toda harmonização facial é full face.
Quem não é candidato ao full face?
Quem procura a correção de uma queixa única e bem delimitada costuma ser melhor atendido por um procedimento pontual. Também valem as contraindicações gerais: gestantes e lactantes, infecção ativa na área, doenças autoimunes em atividade, distúrbios de coagulação e alergia aos materiais.
Quanto custa?
Depende inteiramente do que o estudo indicar, porque full face não é um pacote fechado: dois planos full face podem ter escopos muito diferentes. O valor sai da avaliação, apresentado fechado antes de qualquer aplicação.
Outros tratamentos
- Clareamento dentalBrancura natural, ajustada à sua sensibilidade. O sorriso de antes, apenas mais luminoso.
- Harmonização facialUma leitura do seu rosto, antes de qualquer gesto. O resultado pertence a você, apenas mais sereno.
- BotoxSuavização das linhas de expressão, sem perder o movimento que te define.
Ver todos os tratamentos de odontologia estética e harmonização facial.
